domingo, 26 de junho de 2011

Estudos Cientificos Herbalife

Na Herbalife estamos determinados em assegurar o fornecimento de produtos de elevada qualidade aos nossos clientes e distribuidores, recorrendo às mais inovadoras tecnologias e métodos de pesquisa. Os nossos produtos, formulados cientificamente, têm um comprovado efeito positivo no organismo.
Abaixo, encontra um estudo comprovado cientificamente que realçam os benefícios dos nossos produtos. Este é um estudo independente realizado em vários locais no mundo.

Estudo 1
Seguir uma dieta rica em proteína ajuda a perder mais peso?
“Um estudo controlado sobre substitutos de refeição enriquecidos com proteína para redução de peso e retenção da massa corporal”.
Leo Treyzon, Steve Chen, Kurt Hong, Eric Yan, Catherine Carpenter, Gail Thames, Susan Bowerman, He-Jing Wang, Robert Elashoff and Zhaoping Li – Centro de Nutrição Humana da UCLA.
Em que consistiu este estudo?
Este estudo envolveu 100 pessoas com excesso de peso para analisar, durante o período de um ano, os efeitos que o consumo de dois níveis diferentes de proteína teria em termos de perda de peso.
O que é que o estudo pretendia investigar?
Os investigadores pretendiam aferir se as pessoas que consumiam mais proteína perdiam mais peso do que as que consumiram uma dose normal de proteína. Uma vez que a proteína ajuda a manter a massa corporal magra, também se pretendia verificar se as pessoas que consumiam uma quantidade mais elevada, perderiam mais gordura corporal do que as do grupo que consumia uma quantidade normal, (mesmo que ambos os grupos perdessem a mesma quantidade de peso).
O que é que os sujeitos em estudo tiveram de fazer?
Os sujeitos tiveram de seguir uma dieta que incluía dois batidos substitutos de refeição por dia (Fórmula 1 com leite em conjunto com uma refeição e vários snacks equilibrados). Os sujeitos foram divididos em dois grupos. Um dos grupos – o que consumia a quantidade de proteína mais elevada – preparava os batidos adicionando uma dose extra de proteína, com o Suplemento Personalizado de Proteína. O outro grupo preparava os batidos com Fórmula 1, mas com a adição de um placebo, que não continha proteína. Os sujeitos não sabiam a que grupo pertenciam.
Quais os resultados?
A perda de peso foi semelhante em ambos os grupos, mas tal como os investigadores suspeitavam, as pessoas que consumiram mais proteína perderam mais gordura corporal do que as que consumiram uma dose normal. Assim, através do estudo podemos concluir que os batidos de substituição de refeição são uma forma eficaz de perder peso.
Os resultados já foram publicados?
Os resultados do estudo foram publicados no “Nutrition Journal” de Agosto de 2008.

Fonte
http://www.herbalifeciencia.com.pt/

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Uma espécie de desabafo

Temos tanto a ganhar melhorando o nosso bem estar, é realmente impressionante. A cada semana tenho conhecimento de mais resultados fresquinhos de pessoas das mais diversas idades e classes sociais, que mudando um pouquinho os seus hábitos alimentares e de estilo de vida, aumentam os níveis de saúde de vitalidade e energia, sentem-se melhor e com mais bem-estar.
Todos procuramos estar melhor amanhã do que estivemos ontem, e para que isso realmente aconteça por vezes só temos mudar alguns hábitos que temos e as vezes até sabemos o que mudar, ou pelo menos o que está errado. Informação acaba por não nos faltar, só neste blogue se lerem todos os textos que temos desde o seu inicio encontramos aqui muita informação útil que uma vez posta em pratica pode melhorar significativamente o bem estar de cada um de vós.
Se a metermos em prática, obviamente este é um passo importante.
Agarrando no caso de uma figura publica, a ex-miss Portugal Ana Maria Lucas sofreu recentemente um AVC, ficou algum tempo sem falar e sem andar, agora felizmente já recuperou...
Claro está que ter um AVC não é uma brincadeira, não é como uma febre que vem e vai e passa, é grave a situação, felizmente bastantes "vitimas" conseguem recuperar muito bem, mas infelizmente também muitas ficam incapacitadas e dependentes de outros para o resto da vida.
Vitimas dentro de aspas, porque uma grande percentagem da população sabe que se continuar a fazer o que faz, é apenas uma questão de tempo até que o AVC chegue, uma vez que sabem que não se alimentam correctamente que isso não é saudável e mesmo assim não mudam!!!
Deixam de ser vitimas... Vou conduzir a 200km/h numa estrada local e tenho um acidente não sou vitima, e sei que a essa velocidade a probabilidade de não ter um acidente é que é minúscula, vitima é alguém que eu acabe por atingir no decorrer desse acidente, que não tem culpa alguma de eu ir aquela velocidade.
Obviamente fumar também é uma excelente ajuda para melhorar o nosso bem-estar e manter os níveis de saúde. Ana Maria Lucas fumava em média 3 a 4 maços por dia, se depois disto continuar a fumar, o seu amor próprio não deve estar muito elevado. É preciso ter um susto grave para abrir os olhos? Se não tem a certeza que realmente faz mal, não vale a pena experimentar, eu poupo lhe esse trabalho, FAZ MAL, MUITO MAL, como diz a embalagem, FUMAR MATA... Não é mentira, o que vem no rótulo tem de vir na embalagem. Já quando um a embalagem diz que aquele produto é bom para algo "o povo desconfia".
Faça uma auto analise e pense 1 minuto que seja sobre o que come e sobre o que não come, sobre o seu peso e sobre os valores que aparecem nas analises.
Vamos corrigir esses hábitos alimentares???
Regressando ao caso de Ana Maria Lucas, copio estes dois excertos da noticia que saiu no correio da manha, "Para já, a família está empenhada em preservar a sua tranquilidade e prepará-la para os próximos tempos. A ex-Miss terá de continuar a fazer sessões de fisioterapia diárias e mudar alguns hábitos, como deixar de fumar.", "Para Luísa Castel-Branco, o apoio familiar "é o mais importante" para a sua recuperação. "Não há nada do que ter passado por isto para saber o que é fundamental. Além do apoio da família, a Ana está em boas mãos médicas. Tenho grandes expectativas da recuperação", diz a jornalista.".
Não queiram passar por isso, não é preciso passar pela situação para saber que o melhor é mesmo prevenir.
Não tenho tempo?
Depois do problema aparecer, ai já tem de haver tempo, verdade?

Não esperem pelo final deste ano para dizer que para o ano é que vai ser.....

Tenham um dia fantástico...

LC

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Fazer uma alimentação equilibrada numa economia em desequilíbrio

Neste período de incerteza financeira, em que estamos todos um pouco mais atentos a quanto gastamos com a alimentação, por vezes podemos ficar com a sensação de que é praticamente impossível seguir uma alimentação equilibrada com um orçamento apertado. Não há dúvida que os alimentos mais baratos (como alimentos à base de amido, açúcares e gorduras) são também os menos nutritivos, quando comparados com os mais dispendiosos, como a fruta, legumes e os alimentos que contêm fontes saudáveis de proteína.

Mas comer bem e poupar dinheiro podem andar “lado a lado”.

Para o ajudar, aqui ficam algumas dicas dos especialistas em nutrição da Herbalife:

· Seja vegetariano uma vez por semana. Combinar cereais (como o arroz ou o milho) com feijões, ervilhas secas ou lentilhas, é uma forma pouco dispendiosa de incluir proteínas de boa qualidade na sua dieta alimentar.

· Use temperos para apurar o sabor das usas refeições, por exemplo, lentilhas com caril e arroz integral ou sopa de feijão preto picante com pão de milho ou tortilhas de milho. Termine a refeição com uma salada ou fruta da época, e assim terá feito uma refeição nutritiva, sem gastar muito por pessoa.

· Evite a “comida de plástico”. Um batido, substituto de refeição enriquecido com proteína, como a Mistura para Bebida Nutricional, Formula 1 da Herbalife, misturado na liquidificadora com leite (ou leite de soja) e fruta fresca ou cozida, pode fornecer, por menos dinheiro, uma nutrição mais equilibrada do que as alternativas de “comida de plástico” – Sendo simultaneamente uma refeição prática e com um bom valor nutricional.

· Congele os alimentos. As frutas e os legumes congelados mantêm o mesmo valor nutricional dos frescos – na verdade, em algumas situações, o congelamento pode preservar mais nutrientes, devido ao processamento rápido dos alimentos após a colheita. Compre nos mercados tradicionais, escolha alimentos da época e congele-os.

· Os acompanhamentos e legumes temperados, que são pré-preparados e congelados, são também mais dispendiosos. É melhor para si (e mais barato), comprar legumes simples e temperá-los você mesmo.

· As refeições congeladas são práticas, mas podem não sair baratas. E, muitas vezes estas refeições não são completas, a menos que as acompanhe com uma salada, legumes ou fruta, o que vai aumentar o custo total da refeição. Em vez disso, cozinhe as suas refeições para a semana, como sopas, estufados ou pratos de massa, e congele-as em doses individuais para levar para os seus almoços, durante a semana de trabalho.

Não deixe que uma carteira apertada o leve a “alargar a cintura”. Com um pouco de planeamento, pode controlar o seu orçamento e comer bem ao mesmo tempo.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

2009 Metas

Bem-vindos a este novo ano, bem-vindos a 2009, mais uma vez passou por nós esta altura fantástica do ano em que se celebra as prendinhas do pai natal e mais uma passagem de ano, ou será que não é bem isso? Mas também não é este o motivo que me leva a escrever este texto para vós, é sim o facto de neste período de várias celebrações o nosso corpo é que paga, pois não existe boa festa que não tenha comida e que esta não se ingira em quantidades um pouco excessivas e para a festa ser festa rija, esta também deve conter um pouco de álcool, que também é usualmente consumido de forma excessiva, e ao que parece excesso de comida e álcool causa alguns excessos no nosso corpo, mas não é excesso de bem-estar, nem de vitalidade e nem de energia. O que acontece é que por norma nesta época quase todas as pessoas decidem que assim que as celebrações terminarem vão começar a controlar a sua alimentação e a optar por alimentos mais saudáveis de forma a melhorarem o bem-estar, e o plano é este, infelizmente assim continua como um plano porque em muito poucos casos as pessoas o põe em prática, ou não o põem em pratica tempo suficiente para que ele dê resultados.
Quando alguém decide mudar alguma coisa nos seus hábitos alimentares ou de estilo de vida, isso significa que de alguma forma essa pessoa já sentiu que alguma coisa não está bem, ou que podia estar melhor, e já sabe que o problema advém dos hábitos alimentares e de estilo de vida.

Como fazer um programa e conseguir cumprir-lo?
O programa tem de ser suficientemente “fácil” de fazer ou pelo menos que seja algo alcançável e os benefícios têm de ser tentadores. Se a meta for perder 10 quilos numa semana e o programa consiste em a pessoa só beber água durante este tempo, provavelmente o objectivo vai ser atingido mas vai ser muito difícil de a pessoa conseguir cumprir este programa louco, que obviamente não é nada aconselhável nem saudável, mas para algumas pessoas seria demasiado tentador porque sempre pensam em alcançar a meta o mais rápido possível, com o menor esforço possível. Agora se a meta for perder 10 quilos mas para isso basta a pessoa tomar um pequeno-almoço saudável e beber 2 litros de água por dia, em 1 ano a pessoa garantidamente consegue perder este peso e para alem disso ganha mais saúde, mais energia, vitalidade, agilidade mental e física e tem o sentimento permanente de bem-estar. Para muitas pessoas seria tentador, para outras a energia, vitalidade, agilidade mental e física não são lá muito importantes, o importante seria perder os 10 quilos o mais rápido possível, e este objectivo será sempre este ou muito parecido porque toda a vida vão ter sempre um objectivo semelhante, com mais ou menos quilos (normalmente com mais).
O que a minha experiência pessoal me mostra é que as pessoas que querem perder peso rapidamente têm 10 quilos ou mais para perder e já à alguns anos que querem perder esse peso rapidamente, porem nunca o conseguiram. E quando o conseguem rapidamente voltam a ganhar o peso que perderam ou mais.
O objectivo pode ser o mesmo a velocidade para o alcançar é que obrigatoriamente tem de ser mais lenta. “Mas eu tenho um casamento daqui a 1 mês e quero perder 20 quilos? Não tenho tempo, como faço?” Obviamente à mais de 1 mês que a pessoa sabia que tinha um casamento, logo à mais tempo que deveria estar preocupada com isso, mas mesmo que não soubesse que tinha um casamento, à mais tempo que ela sabia que tinha 20 quilos para perder, existisse ou não casamento. Não devemos querer perdemos peso só para parecer bem na fotografia, nem no fato, mas sim porque o que ganhamos é realmente recompensador.

Como defenir um programa?
A maior parte das pessoas apesar de ter algumas noções do que está errado na nossa dieta, não sabem bem como melhorar e muito menos sabem o quão mal certas coisas fazem, mesmo que assim não o pareça, mas na realidade fazem um mal tremendo aos seus corpos, e o pior é que quando confrontadas com essa informação, rejeitam na fazendo os seus próprios juízos de valor passando a ser especialistas na matéria, isto porque não apetece nada largar o pãozinho com manteiga que se come ao pequeno-almoço desde que se lembram. Obviamente a nossa opinião vale de muito pouco, o que conta são os factos e contra factos não há argumentos.

Para definir um programa é preciso falar com alguém que tenha noções básicas sobre alimentação e sobre como ter uma dieta equilibrada, e isto resume se aos nutrientes que ela fornece e não ao sabor que têm. Um programa saudável não tem necessariamente de ter muitas coisas que não gostamos ou muitas coisas com um sabor desagradável, apenas tem de ter outras coisas com um sabor delicioso...


A chave para melhorar o nosso bem estar:
Melhorar a alimentação (sendo que ela começa quando começamos a comer, ou seja o pequeno-almoço)
Fazer exercício físico
Beber pelo menos 2 litros de água

Simples, não é?

Como melhorar o pequeno-almoço?
Pergunte nos sobre isso....

Cumprimentos

LC

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Troque as voltas à ceia de Natal

Em plena época de mesa farta, como sobreviver à tentação sem prescindir do prazer de saborear bons momentos? Sirva-se de pequenas quantidades e seja a pessoa que se alimenta mais devagar.

PARA MUITOS, O NATAL representa uma excepção à regra no âmbito das dietas alimentares. Mas nem todas as pessoas convivem bem com a ideia de comer em excesso. Há que saber encontrar um ponto de equilíbrio. Um Natal com mais sabor e menos calorias só depende de si.

Entradas: preparar o apetite

Começando a refeição com a entrada certa, irá acalmar o apetite, preenchendo o estômago de forma inofensiva e deixando menos espaço para as sobremesas. Comece por saborear uma sopa de legumes. A sopa é sempre uma boa alternativa, já que é um alimento rico em água e em fibras que promovem uma boa digestão dos nutrientes. Simultaneamente, proporciona uma sensação de saciedade, acalmando o apetite. Evite os purés de feijão ou de grão, preferindo caldos de legumes.

Bebidas: beber com moderação

As bebidas alcoólicas acrescentam muitas calorias a uma refeição. Por isso, nada de abusos. Em plena época de festa, tem todo o direito de beber um ou dois copos de vinho. Mas evite os excessos e procure saborear bem cada momento. E se tiver sede, beba água mineral.

Bacalhau: o rei da festa

O bacalhau é um alimento saudável, rico em proteínas e pobre em gordura. Só se lhe juntar natas ou maionese é que irá consumir calorias em excesso. Evite o bacalhau demasiado salgado e prefira bacalhau cozido. Utilize sempre azeite, rico em ácidos gordos monoinsaturados, benéficos para a saúde cardiovascular. Prefira azeite nacional virgem extra, com acidez inferior a 1%. Servindo o bacalhau com vegetais cozidos, poderá ingerir fibras, clorofila e vitaminas do complexo B e C. Ricas em fibra e praticamente isentas de calorias, as couves permitem uma maior sensação de saciedade, atrasando a absorção de açúcares.

Sobremesas: fruta, nunca é demais

No Natal, a fruta é muito utilizada para decorar a mesa. Aproveite o facto da fruta estar à mão e dê preferência às frutas frescas da estação ou mesmo a frutas exóticas. Assim, poderá relegar as sobremesas mais calóricas para segundo plano ou mesmo para fora das refeições.

E se não consegue resistir aos doces, opte por apenas um ou dois doces de colher. Sirva-se de pequenas quantidades e seja a pessoa que se alimenta mais devagar. Deste modo, irá até saborear o seu doce melhor do que todos os outros.

Fritos: saboreie o lado mais saudável

O Natal não seria o Natal sem sonhos, filhoses, azevias ou rabanadas. Mas, frequentemente, as receitas abusam da quantidade de gordura, açúcar e ovos. Em nome de um Natal mais saudável, siga estas dicas: Para as frituras, use óleo de amendoim de origem vegetal, pois aguenta muito bem as altas temperaturas. Sempre que possível, substitua o grão e batata doce pela abóbora. Reduza para metade a quantidade de açúcar sugerida nas receitas, substituindo a metade restante por adoçantes, como por exemplo a frutose. Este adoçante é 100% natural, possuindo cerca do dobro do poder adoçante do açúcar. Deste modo, metade da quantidade bastará para tornar a receita doce ao paladar. Em vez de polvilhar sobremesas com açúcar, utilize geleia de milho para conferir brilho. Substitua farinhas refinadas por produtos integrais. Evite o leite gordo e dê preferência ao leite meio gordo ou ao "leite" de soja.

Frutos secos: calóricos mas nutritivos

Mais de 50% de composição dos frutos secos é gordura. Mas trata-se da chamada "gordura boa", ou seja, óleos vegetais monoinsaturados que favorecem a redução do colesterol e ajudam a combater as doenças de coração. Mas não deixam de ser alimentos muito calóricos (cerca de 600 calorias/100 gramas), pelo que se devem consumir com moderação.

Frutas cristalizadas: um alimento a evitar

As frutas cristalizadas são bastante calóricas. Sempre que possível, prefira fruta fresca cujo valor calórico é bastante reduzido, sendo uma boa fonte de fibras, vitaminas e minerais.

Para finalizar, tenha sempre em conta que as papilas gustativas encontram-se na boca e não no estômago. Por isso, procure desfrutar ao máximo das subtilezas do paladar e concentre-se na textura e no aroma dos alimentos. Além de evitar a ingestão rápida e automática de calorias, irá desfrutar mais intensamente destes doces momentos de prazer.

sábado, 8 de novembro de 2008

Pequeno-Almoço Ideal

Sempre ouvimos falar do pequeno-almoço e de sua importância para o nosso organismo, mas será que sabemos realmente a sua verdadeira importância? A resposta infelizmente é NÃO, um não bem grande e bem carregado, isto porque infelizmente está é a refeição que mais portugueses passam e na qual "perdem" menos tempo. "Perdem" entre aspas, porque de facto não deveria ser considerado uma perca de tempo mas sim um investimento, ou seja, deveríamos investir tempo no nosso pequeno-almoço, pois é a refeição mais importante do dia, a refeição que vai determinar como nós vamos enfrentar o dia e como ele vai correr.
Sendo assim tão importante o pequeno-almoço, o que devemos comer para que ele seja o pequeno-almoço ideal?
Vamos começar pelo que normalmente costuma ser o pequeno-almoço dos Portugueses em geral. Pela manha o português tem por hábito comer:
  • Café
  • Leite
  • Sumos
  • Pão (com gordura, doces, queijo ou fiambre)
  • Cereais
  • Sandes
  • Bolos
  • Cigarro
  • Nada
Como devem imaginar este não é o pequeno-almoço ideal, mas então porque os portugueses o comem? Este pequeno-almoço a qual passo a chamar de pequeno-almoço típico é uma refeição que contem:
  • hidratos de carbono simples
  • açucares
  • gorduras
Onde estão as vitaminas e os minerais que tanto precisamos?
Neste típico pequeno almoço eles não fazem parte. Esta refeição torna-se uma refeição com um elevado nível de açúcar. O nível de açúcar no sangue vai aumentar muito para além do normal, então o pâncreas tem de produzir insulina em maior quantidade para eliminar o excesso de açúcar no sangue, esse açúcar vai ser transformado em gordura no nosso organismo. O rsultado é uma descida do açúcar no sangue e sede de mais hidratos de carbono. Este ciclo repete-se mais 2 ou 3 vezes durante o dia, e dia após dia. Este ciclo vicioso é uma das principais causas da diabetes, pressão arterial alta, colesterol e ganho de peso. Quando não tomamos o pequeno-almoço, os nieis de açúcar no sangue descem para niveis abaixo do normal e como tal sentimos uma quebra de energia. Mais uma vez você recorre a hidratos de carbono simples para conseguir o aumento rápido de açúcar no sangue e para superar a fome e a falta de energia. E depois acontece exactamente o mesmo que no pequeno-almoço tipico.
O nosso corpo tem cerca de 100 triliões de células, ou seja 100 000 000 000 000 de células, e precisamos de as nutrir com 114 nutrientes diferentes, e com este tipo de pequeno-almoço estamos a dar uma apenas, chama-se açúcar.

O pequeno-almoço deve responder a quatro critérios:

  1. Fornecer todos os nutrientes vitais
  2. Fornecer energia ao nosso corpo
  3. Repor os niveis de água
  4. Manter os niveis de açúcar dentro dos parametros normais
Vamos confirmar se o pequeno-almoço acima indicado responde a estes critérios:

  1. Não fornece todos os nutrientes, fornece açucar em excesso
  2. Fornece energia, contudo energia vinda de hidratos de carbono, energia de "consumo" rápido
  3. Não repomos a água que o nosso corpo necessita
  4. Não mantem os niveis de açúcar dentro dos parametros normais
Conclusão o pequeno-almoço tipico não é um pequeno-almoço saudável.

Como deve ser o pequeno-almoço para ser saudável?

O pequeno-almoço saudável deve ser com uma base balanceada de proteinas e todos os nutrientes vitais e energia, sem aumentar os niveis de açúcar e de insulina no sangue e fornecer água. Desta forma ajuda a prevenir a dependencia de hidratos de carbono durante o dia. Como tal o apetite mantem-se controlado e o desejo de hidratos de carbono (snacks, chocolates, pão, doces, etc...) diminui e o corpo usa as suas gorduras acumuladas para conseguir mais energia.
Fantastico não é? E deve estar a perguntar, "Onde é que eu vou obter este pequeno-almoço?" a resposta é simples, atraves de mim.

Passo a explicar:

A Herbalife preparou para você o pequeno-almoço ideal, ele é composto por uma chá e por um suplemento em pó.
O chá fornece energia ao nosso corpo, promove a limpeza interior é rico em anti-oxidantes e fornece agua ao nosso organismo, o suplemento em pó, fornece todos os nutrientes vitais, energia vinda de proteina vegetal e não aumenta os niveis de açúcar para alem dos parametros normais.
Desta forma mantemos o nosso corpo mais saudavel e promovemos um melhor bem estar.

Adquira o seu pequeno-almoço ideal já hoje...

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Porque ficamos mais constipados e doentes no inverno?

“(...) o que a alimentação tem a ver com as doenças do inverno? Tudo.

A ÁGUA É O PRIMEIRO ALIMENTO QUE FALTA AO CORPO PARA DEIXÁ-LO À MERCÊ DAS DOENÇAS INVERNAIS.

“Quando um organismo está com seu estado nutricional deficiente acaba ficando mais suscetível a adquirir infecções e a resposta imunológica é comprometida”, afirma Ana Maria Figueiredo, nutricionista especialista em nutrição clínica.

VOCÊ PRECISA DE ÁGUA!

A água é o primeiro alimento que falta ao corpo para deixá-lo à mercê dos monstrinhos invisíveis que o atacam. Pela baixa ingestão de líquidos hidratantes, como sucos, vitaminas e água, o muco das vias respiratórias fica mais denso. Essa camada de secreção funciona como uma barreira que se ergue contra as infecções. Quando ela não está fluída, o caminho fica mais fácil para as bactérias e os virus percorrerem dentro do corpo.

Ao não ingerir suficiente quantidade de líquidos, essa via de acesso ao interior do nosso organismo fica ainda mais aberta aos invasores porque os cílios pulmonares não conseguem trabalhar direito sem a água. Eles funcionam como pequenos espanadores que eliminam as impurezas do pulmão.

Portanto, a primeira tarefa do inverno é beber muita água. Tudo bem, a sudorese é menor, o que diminui a vontade de beber. Mas faça uma forcinha, porque isso é um dos “pilares” de sua saúde nesse período. Recomenda-se tomar pelo menos de 9 a 10 copos de água por dia.

SEU CORPO PEDE AJUDA.

Durante os dias mais frios, o corpo gasta energia adicional para manter-se aquecido. Isso reduz sua potência imunológica. É como se o organismo tivesse de usar uma parte das armas de seu exército para fazer fogueira e aliviar o frio. Desfalcado de alguns de seus “escudos e espadas”, os soldados imunológicos às vezes ficam em desvantagem diante de seus inimigos, que no caso são bactérias e virus. Quando a doença se estabelece, há mais desfalques ainda, porque outra boa parte das munições é destruída na guerra. Isso acontece porque as infecções alteram o metabolismo e nesse ínterim lá se vão importantes micro e macronutrientes.

Mas nesse combate há alternativas. Uma das principais é municiar novamente o exército de suas armas. É aí que entra a alimentação. “Uma boa dieta pode ajudar a prevenir gripes e resfriados. E mesmo para quem já está com os sintomas, alimentar-se bem pode encurtar a duração dessas doenças. A alimentação saudável, rica em vitaminas, minerais e substâncias antioxidantes, fortalece o sistema imunológico e cria defesas orgânicas para combater os vírus”, explica Ana Maria.

CONHEÇA OS COMBUSTÍVEIS:

Vitamina A, C e E; vitaminas do complexo B; minerais como selênio, zinco e ferro; fitoquímicos como flavonóides, carotenóides e isoflavonas. Alimentos prebióticos e probióticos. Todos esses são mais do que apenas nomes estranhos. Eles são primordiais para a criação de células de defesa, para manter funcionais tecidos orgânicos, como as mucosas da via respiratória, e para proteger as membranas das células contra a degeneração e o envelhecimento precoce.

E onde eles estão? Na alimentação equilibrada, variada e colorida. Frutas, vegetais folhosos, cereais, leguminosas, carnes magras, ovos e leite com pouca gordura formam o conjunto de alimentos que contêm as substâncias necessárias para um inverno mais saudável.

É fácil encontrar esses nutrientes. Flavonóides, por exemplo, são os pigmentos que dão coloração verde escura à couve e coloração violeta à casca de uva. E são importantes antioxidantes que evitam o desgaste descontrolado das células humanas.

Já os alimentos probióticos, como iogurtes e leites fermentados, ajudam a absorver os valores terapêuticos dos demais alimentos. Junto com os prebióticos (fibras) presentes na aveia e no pão integral, facilitam o trânsito intestinal, deixam o organismo mais forte e preparado para lidar com invasores. (...)

SEM SACRIFÍCIOS:

Além das complicações da via respiratória e das alergias, o inverno provoca outro problema, ganho de peso.

Chocolate quente, fondue e bebidas alcoólicas fazem parte do cardápio de muita gente. Uma delícia e uma oferta extra de gorduras e carboidratos. Combina com a diminuição dos exercícios, contribui para que as doenças cardiovasculares e o diabetes se tornem mais preocupantes no período.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Maioria dos portugueses não previne excesso de peso

"Mais de metade dos portugueses considera desnecessário prevenir o excesso de peso, mas são os habitantes do Centro Litoral e Grande Lisboa os que mais procuram combatê-lo, segundo um estudo divulgado recentemente.


Tanto os lisboetas (59,2%) como os habitantes dos distritos de Aveiro, Leiria, Santarém e da parte litoral do distrito de Coimbra (45,3%) optam por fazer uma alimentação equilibrada para evitar o excesso de peso, revela um estudo elaborado pela Galp Energia em parceria com a Plataforma contra a Obesidade.

No entanto, uma análise ao retrato regional dos estilos de vida e hábitos alimentares de Portugal Continental permite concluir que “há uma carência de conhecimentos em relação aos alimentos saudáveis, e que os portugueses sentem necessidade de desenvolver competências na cozinha”.

O coordenador da Plataforma contra a Obesidade, da Direcção-Geral de Saúde ressalva que “este é um estudo de percepções e não de realidade”.

No entanto, João Breda acredita nos números, por estarem perto das prevalências verdadeiras”.

“É necessário continuar a formar a saúde dos portugueses de forma mais prática. É importante que saibam fazer compras e gerir o orçamento familiar”, disse o coordenador à agência Lusa.

Mais de três quartos dos inquiridos (83,8%) considera que faz uma alimentação salutar, e a maioria aponta os legumes, a fruta e o peixe como os três alimentos mais saudáveis.

Talvez por isso, 77% dos inquiridos não faz nada para evitar o excesso de peso porque acha que “está bem assim” e 63,6% não se aconselha nem procura ajuda sobre uma melhor alimentação. Os que o fazem preferem aconselhar-se com o médico de família.

Outro dos aspectos do estudo salientado por João Breda é a necessidade que os portugueses sentem em desenvolver competências na cozinha.

À afirmação “as pessoas deveriam ser treinadas para a cozinha”, 47,1% dos que habitam no Grande Porto e 34,9 dos que moram na Grande Lisboa referiram “concordar plenamente”.

“As pessoas sabem o que é saudável. O que devem comer e que andar a pé faz bem. Mas as escolhas mais saudáveis nem sempre são as mais fáceis”, afirmou João Breda.

A prová-lo estão as respostas dadas pelos portugueses. No grande Porto, por exemplo, mais de metade das pessoas come vegetais (51%) e frutas (62,7%) sete dias por semana.

Dos habitantes do Interior, 60,3% refere as peças de fruta como alimentos saudáveis, mas também são os que menos as comem.

Apesar de o peixe ser referido por 47,7% dos habitantes do Norte Litoral como um dos três alimentos mais saudáveis, mais de metade (66,4) comeu peixe no máximo três vezes por semana.

Outra carência de informação notada pelo coordenador da Plataforma contra a Obesidade através da análise do estudo é relativa à actividade física.

Menos de metade dos inquiridos revelou praticar algum tipo de actividade física. A maioria dos que não fazem exercício justifica-se com a falta de tempo. É na grande Lisboa que esta percentagem é mais elevada (50,4%).

O trabalho, realizado no âmbito de uma parceria entre a Galp Energia e a Plataforma contra a Obesidade da Direcção Geral de Saúde, envolveu uma amostra de 800 pessoas de 15 ou mais anos de idade e com distribuição geográfica proporcional, inquiridas entre 21 de Abril de 05 de Maio sobre os seus comportamentos em relação à obesidade."

Uma noticia que saiu ontem em todos os meios de comunicação social.
Cada vez mais o nosso papel como Treinadores de Bem-Estar faz sentido nesta nossa sociedade.

E você também faz parte dos 77% que não previne o excesso de peso?

Precisa de ser aconselhado, fale connosco.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Obesidade já é considerada epidemia mundial

Mais de um bilhão de pessoas sofre com o excesso de peso O mundo está mais gordo. Já faz tempo que a obesidade deixou de ser um problema meramente de ordem estética e foi alçado para a categoria de doença crônica. De acordo com os números da Organização Mundial da Saúde (OMS) são mais de um bilhão de adultos com excesso de peso no ano de 2000.


Desse grupo, pelo menos 300 milhões são obesos contra 200 milhões em 1995. A situação é tão alarmante que doença já até ganhou estatus de epidemia. A estimativa é que em 2030 o mal aumente 70% nos Estados Unidos, 50% na Inglaterra e 30% no Brasil. Por aqui, uma pesquisa realizada pelo IBGE identificou que, pelo menos, 38 milhões de brasileiros são obesos. A ala masculina é a mais afetada somando 41% dessa farta fatia da população. Uma pesquisa realizada pelo Albert Einstein Medicina Diagnóstica com quatro mil executivos entre 2004 e 2006, revelou que 71% dos homens estavam acima do peso contra 26% das mulheres. Nenhuma faixa-etária está livre do mal. A obesidade infantil também já apresenta dimensões sinistras. Segundo a OMS, existem 17,6 milhões de crianças obesas no mundo inteiro com idade inferior a cinco anos. A maior autoridade de saúde dos Estados Unidos, o Surgeon General afirma que desde 1980 o número de crianças obesas dobrou e o de adolescentes triplicou no país.

Embora o fator genético contribua para desenvolver esse mal, as principais causas da doença ainda recaem sobre o consumo crescente de comidas com alto valor calórico, ricas em gorduras saturadas e açúcares, além de atividade física reduzida, ou seja, sedentarismo. O padrão de medida para definir de uma pessoa é obesa ou não é ter um Índice de Massa Corporal (IMCI igual ou superior a 30 kg/m²). O índice é definido pelo cálculo do peso da pessoa em quilogramas dividido pela sua estatura em metros quadrado , explica o clínico geral Flávio Dantas, da Unifesp. A doença alcança três níveis de gravidade. O primeiro deles, tomando-se como base o IMC, quem está com mais de 15 quilos já é considerado obeso. Nesse caso, uma dieta orientada e exercícios praticados regularmente funcionam para aplacar a doença , diz Flávio. O segundo estágio é a obesidade mórbida, que abrange as pessoas que se encontram com 30 quilos a mais.


Esse grupo apresenta outras doenças e não emagrece o suficiente com tratamento. Já a superobesidade atinge pessoas que pesam 50 quilos extras e, muitas vezes, não saem mais da cama nem fazem tarefas simples, como amarrar os sapatos. Um estudo publicado na revista científica BMC Public Health concluiu que os sobreviventes do acidente na usina nuclear de Chernobyl, em 1986, e das bombas atômicas que atingiram Hiroshima e Nagasaki, em 1945, sofrem conseqüências parecidas ou até menores do que quem vive em áreas poluídas, fuma ou é obeso.

De acordo com o autor da pesquisa, Jim T. Smith, pessoas que fumaram a vida inteira podem ter dez anos a menos de vida por causa do vício, enquanto que obesos, aos 35 anos, em grau elevado (com um IMC acima de 40) pode morrer de quatro a dez anos antes. Já os sobreviventes das bombas atômicas do Japão, que estavam num raio de 1,5 quilômetro do epicentro da explosão, têm a expectativa de vida reduzida em 2,6 anos, em média.

Assustador não? E não é para menos. A obesidade por si só desencadeia uma série de conseqüências nefastas ao organismo. Os casos mais graves que podem levar à morte estão distribuídos em quatro categorias: doenças cardiovasculares, doenças como o diabetes, associadas à resistência de insulina; certos tipos de câncer, como o de intestino, e doenças da vesícula biliar.

A probabilidade de desenvolver hipertensão e diabetes aumenta sensivelmente quando o paciente engorda , explica o Dantas, da Unifesp. A OMS calcula que, aproximadamente, 90% das pessoas com diabetes tipo 2 são obesas ou têm excesso de peso. Ter um IMC acima do ideal contribui para cerca de 58% do diabetes, 21% das cardiopatias isquêmicas e entre 8% e 42% de determinados tipos de câncer, como os de mama, cólon, próstata, endométrio, rins e vesícula biliar.

No rol dos problemas de saúde considerados não fatais estão os problemas respiratórios, musculares e esqueléticos crônicos, doenças de pele, depressão e infertilidade. Nas mulheres, o excesso de gordura na barriga pode provocar o surgimento de ovários micropolicísticos, principal causa de baixa fertilidade. O IMC elevado também colabora para o aparecimento da osteoartrite ou artrose, principal causa para a incapacitação dos adultos.

A doença promove um desgaste das cartilagens que ficam entre os ossos e que serviam para protegê-los do atrito natural. As principais regiões afetadas são as articulações da coluna vertebral, dos joelhos e das mãos. Os sintomas incluem dor ao subir ou descer escada, rigidez e dor na virilha.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Vitaminas? Isso é bom para mim?

O que são as vitaminas?

São compostos orgânicos encontrados nos alimentos, essenciais para o crescimento dos tecidos do corpo, bem como para a sua cura e bom funcionamento.

Porque são importantes as vitaminas?

Elas participam em muitas reacções bioquímicas que transformam os alimentos em energia. São também essenciais para manter inúmeras funções do organismo e para a formação de novos tecidos. Sem as vitaminas, não existe vida humana (vita = vida). Uma deficiência contínua poderá provocar a deterioração da saúde e, em muitos casos graves, pode até levar à morte.

O que é uma deficiência sub-clínica de vitamina?

É uma deficiência que se manifesta através de sintomas não específicos, como a irritabilidade, falta de apetite, fadiga entre outros. A curto e médio prazo, uma deficiência sub-clínica latente prejudica o estado geral do organismo. A longo prazo, pode facilitar o desenvolvimento de doenças crónicas.

As vitaminas fornecem energia?

Não. Elas apenas ajudam a converter os alimentos em energia. Não se pode aumentar a capacidade física somente com uma adição de vitaminas, a não ser que o organismo esteja deficiente, como, por exemplo, em caso de fadiga provocada por dietas desequilibradas. Nesse caso, uma adição para restaurar o equilíbrio melhora a capacidade física.

As vitaminas engordam?

Não, elas não contêm calorias. Os suplementos podem conter algumas calorias no seu revestimento de açúcar, porém, normalmente a quantidade é desprezível, isso não acontece nos nossos suplementos pois não contem revestimento de açúcar.

Tomar vitaminas aumenta o apetite?

Se o nível de vitaminas no organismo não for suficiente, particularmente da A, B1 e C, pode levar à perda de apetite, o que pode ser resolvido com um suplemento. Nos indivíduos com uma dieta equilibrada, o suplemento não provoca nenhum efeito sobre o apetite.

O organismo pode produzir a sua própria vitamina?

Não, excepto no caso da vitamina D e da niacina que, entretanto, são produzidas em quantidades insuficientes. Consequentemente, as vitaminas têm de ser obtidas de fontes externas.

O que significa o Complexo B?

Consiste nas vitaminas B1, B2, B6, B12, ácido nicotínico (niacina), ácido pantoténico, ácido fólico e biotina. É um grupo de vitaminas hidrossolúveis, que precisa ser reposto continuamente no organismo, em virtude de sua curta vida útil; embora pertençam a um mesmo grupo, cada uma delas tem função distinta. De um modo geral, pode-se afirmar que as vitaminas do Complexo B agem como coenzimas.

Quais as melhores fontes de vitaminas A e C?

As verduras de folhas verdes, ou vegetais de cor amarela e laranja são ricos em Beta caroteno.
O fígado, ovos, leite, salsa, cenoura crua são excelentes fontes de vitamina A. Particularmente ricos em vitamina C são os citrinos, o morango, a couve-flor, os brócolos, a couve-lombarda, a batata e o tomate.

Como podemos saber se estamos a consumir vitaminas suficientes?

Isso só pode ser verificado com certeza através de um exame dos níveis sanguíneos. Entretanto, se o consumo for insuficiente por um tempo prolongado, com certeza provocará pelo menos sintomas de uma deficiência marginal, tais como perda de apetite, fadiga, falta de concentração, irritabilidade, letargia e insónia. Pessoas que não apresentem esses sintomas e que tenham uma dieta equilibrada quase certamente apresentam níveis mínimos adequados de vitaminas, por esse motivo a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda suplementos vitaminicos para todos.

O que acontece se não consumirmos vitaminas suficientes por alguns dias?

O indivíduo que normalmente consome vitaminas suficientes e tem boa saúde não será prejudicado com uma pequena redução durante uma ou duas semanas. Porém, as pessoas cujas dietas normais contenham pouca vitamina podem apresentar sintomas de deficiência.

O teor de vitaminas pode variar nas frutas e vegetais frescos?

Sim, pode variar bastante, dependendo do tipo de clima e solo, da qualidade e métodos de colheita e do transporte e armazenamento desses alimentos, sendo difícil nos nossos dias obter todas as vitaminas que necessitamos sem recorrer à suplementação.

As pessoas obesas podem apresentar deficiência de vitamina?

Sim, pois os alimentos com alto teor calórico não contêm necessariamente um alto teor de vitaminas. Um indivíduo que consuma alimentos ricos em hidratos de carbono e gorduras, porém pobres em vitaminas, pode engordar e continuar a necessitar de vitaminas.

O que pode provocar uma deficiência vitamínica?

A deficiência pode ser causada principalmente por:
·dieta inadequada, devido a alimentos inadequados ou regimes;
·consumo desequilibrado de alimentos, devido ao não conhecimento, falta de incentivo, tabus alimentares, problemas dentários e apatia;
·necessidade aumentada de vitaminas por crianças em fase de crescimento, fumadores, mulheres que tomam a pílula e durante a gravidez e aleitamento, em casos de infecções graves ou tratamento prolongado com medicamentos;
·má absorção e má digestão, geralmente entre idosos, e em casos de uso prolongado de certos medicamentos.

Apanhar bastante sol fornece vitamina D suficiente?

Os adultos sãos podem obter vitamina D em quantidades suficientes com uma exposição adequada ao sol. Essa vitamina é essencial para o crescimento e desenvolvimento da estrutura óssea, por isso os bebés, as crianças e as grávidas e lactantes precisam de maior quantidade. Novas provas indicam que os idosos também podem necessitar de adição da vitamina D pois, à medida que envelhecemos, a pele vai perdendo a capacidade de sintetizá-la.

Uma pessoa com deficiência de vitaminas pode deixar de perceber isso?

Possivelmente, sim. A deficiência aparece de forma lenta e progressiva, sendo que os sintomas podem aparecer nos estágios iniciais.
Esse é o chamado período sub-clínico ou deficiência marginal, que pode ser acompanhado de perda de apetite, fadiga, falta de concentração, irritabilidade, letargia ou insónia.

Existem hábitos ou fases específicas da vida em que o suplemento de vitaminas seja especialmente importante?

Sim. Os adolescentes, idosos e pessoas que obedecem a um regime normalmente têm hábitos alimentares inadequados. As grávidas e lactantes, os fumadores e as mulheres que tomam pílula tendem a necessitar de mais vitaminas. Por isso, muitos médicos recomendam a adição de vitaminas e minerais como garantia contra essas deficiências.

Quais as vitaminas que as grávidas e lactantes necessitam?

Em virtude das exigências do feto ou do bebé, o organismo tem suas necessidades aumentadas de vitaminas A, C, B1, B6, B12, ácido fólico, e dos minerais ferro e cálcio.

Os regimes para perder peso fornecem vitaminas suficientes?

É muito difícil criar uma dieta de regime adequado sem suplementação. A maioria dos especialistas em nutrição concorda que uma dieta com até 1600 calorias dificilmente pode conter o suficiente em vitaminas. Além disso, muitos dos regimes em moda nem sequer se preocupam com isso, sendo muito mais improvável que contenham as vitaminas necessárias. Nesses casos, é recomendável tomar um suplemento, principalmente quando se tratar de regime prolongado. No nosso caso existem programas específicos para pessoas que procurem perder peso que estão a 100% garantidos a nível nutricional, não existindo a possibilidade de uma carência nutricional a qualquer nível.

Porque é que os idosos têm mais dificuldade em obter vitaminas suficientes?

Os idosos normalmente tendem a ter menos apetite e comer pouco. Existem também outros factores que levam a hábitos alimentares desequilibrados, como problemas dentários, falta de dinheiro, ou solidão, com o consequente desinteresse em preparar uma boa refeição. Com a idade, diminui a capacidade do intestino de absorver vitaminas. Para manter o bom estado geral, é importante consumir alimentos enriquecidos com vitaminas e usar suplementos.

Os remédios podem afectar as necessidades de vitaminas?

Sim. Alguns remédios, tomados regularmente, podem provocar um desequilíbrio, afectando a capacidade do organismo de absorver, utilizar, armazenar e excretar vitaminas, como certos antibióticos (afectam as necessidades de B2 e C), anticoncepcionais orais (B6 e ácido fólico), tranquilizantes (B2), analgésicos (ácido fólico e C) e diuréticos (ácido fólico).

A preparação dos alimentos destrói as vitaminas?

Como as vitaminas são sensíveis ao calor, humidade, ar e luz, podem ser destruídas durante o processamento. A maior parte das perdas é provocada pelo calor (fervura, pasteurização, esterilização), bem como nos processos de enlatamento e congelamento, pois mesmo os alimentos congelados são primeiro escaldados, afim de destruir as enzimas e os microorganismos. No caso da vitamina C, tanto com a cozedura tradicional, como num forno de micro-ondas, ocorre uma perda grave. Além disso, manter um prato pronto aquecido por muitas horas pode provocar perdas adicionais de até 75%.

Dizem que destruímos as vitaminas inadvertidamente, na preparação dos alimentos. Como podemos evitar isso?

Como as vitaminas são sensíveis ao calor, ar, humidade e luz, em qualquer lugar em que se prepare os alimentos ocorrerão perdas. Para evitar isso, recomenda-se não cozinhar com muita água, nem ferver ou cozinhar demais os alimentos; cortar em pedaços irregulares, utilizar o mínimo de água e reaproveitar a água em que os legumes foram cozidos (para uma sopa, por exemplo), além de manter os pratos aquecidos pelo menor tempo possível.

Os adolescentes precisam de mais vitaminas do que os adultos?

Os adolescentes em fase de crescimento tem as suas necessidades metabólicas aumentadas, tanto em calorias, como em alguns micro-nutrientes essenciais. Os riscos nutricionais durante a adolescência geralmente estão relacionados com os hábitos alimentares, cujos principais factores são: as sanduíches, a alimentação irregular e as dietas.

Os suplementos podem melhorar estados de fraqueza e falta de energia?

Sim, se esse estado for causado por falta de vitaminas, como, por exemplo, no caso de maus hábitos alimentares, ou nos adolescentes, idosos, grávidas e lactantes, os fumadores, as mulheres que tomam pílula, pessoas com depressão e pessoas com elevados níveis de stress tendem a necessitar de mais vitaminas e a suplementação ai poderá ajudar.

As crianças precisam de suplemento?

Crianças com uma alimentação equilibrada, podem não precisar de suplementos, mas aquelas que têm problema para comer ou que tenham maus hábitos alimentares, necessitam de suplementos, contudo é aconselhado que todas os tomem.

Qual a melhor hora para se tomar vitaminas?

Geralmente, não faz diferença, contudo precisamos delas as mesmas vezes que comemos, portanto o recomendado é tomar a todas as refeições principais, não sendo suficiente um vez por dia.

Existe diferença entre as vitaminas naturais e as sintéticas?

As vitaminas sintéticas têm uma estrutura química idêntica à das vitaminas dos alimentos, contudo não existem dados científicos sobre isso.

Pessoas com deficiências de ferro podem beneficiar de um suplemento de vitamina C?

Sim. A anemia por deficiência de ferro é provocada não apenas por um consumo inadequado, mas também pela deficiência do organismo em absorver adequadamente este elemento dos alimentos. Consumindo alimentos ricos em vitamina C ou suplementos dessa vitamina durante as refeições, a absorção do ferro pode ser aumentada em até dez vezes.

A vitamina B6 ajuda a aliviar os sintomas pré-menstruais?

Geralmente ajuda, pois os sintomas, como dores nos peitos, dor de cabeça, tensão, irritação e inchaço têm sido associados com um desequilíbrio hormonal temporário, o que leva a um aumento das necessidades de vitamina B6.

Elevados complementos vitamínicos melhoram a inteligência?

As deficiências nutricionais de uma criança podem afectar o desenvolvimento normal do seu cérebro, mas não existe nenhuma indicação de que os suplementos possam melhorar o desempenho de pessoas intelectualmente normais, normalmente ajuda a manter os niveis de concentração.

Ouvimos, cada vez mais, que as vitaminas combatem os “radicais livres” no organismo. O que significa isso?

Os radicais livres são substâncias agressivas, bastante reactivas, que são produzidas devido à poluição do ar, cigarros e outros factores diversos. Podem ser prejudiciais, pois, quando são produzidos em excesso, atacam as células e tecidos do organismo, provocando danos oxidativos. Estudos recentes demonstram que as vitaminas C e E e o Betacaroteno protegem vários tecidos do organismo contra os danos causados pelos radicais livres.

Devemos tomar vitaminas quando estamos deprimidos?

A depressão, em alguns casos, pode ser um dos sintomas iniciais da deficiência de algumas vitaminas, principalmente do Complexo B. Nesse caso, é recomendável restaurar a deficiência.

sábado, 7 de junho de 2008

Bem estar associado a uma alimentação saudável

Todos os alimentos podem fazer parte de uma alimentação saudável. O “segredo” é incorporar os diversos tipos de alimentos na nossa alimentação nas doses certas!

Porque a Vida e a Felicidade fazem um par muito desejado, não se esqueça que com uma alimentação saudável pode:

* controlar o seu peso;
* estimular as suas capacidades mentais;
* ajudar a manter a sua boa disposição;
* manter a visão, a pele, os cabelos e as unhas saudáveis;
* contribuir para reduzir o risco de doenças, nomeadamente a nível do sistema cardiovascular;
* contribuir para prolongar a sua felicidade por mais anos!

Como avaliar a qualidade de vida e o bem-estar?

A OMS, já em 1948, considerou que a saúde é um estado de bem-estar completo, tanto a nível físico, como mental e social, não apenas a mera ausência de doença. Esta sensação de bem-estar é o que todos procuramos, como se fosse a busca da felicidade.

Agora surge um problema: como é possível avaliar o bem-estar? Trata-se de um conceito bastante vago, que varia de pessoa para pessoa. Ao avaliar o nível de bem-estar, pretende-se conhecer quantos dias a pessoa se sentiu bem, fisicamente e/ou emocionalmente, de modo a conhecer e poder ajudar melhor as populações. Este é o método usado pelo Centro de Controlo de Doenças (CDC) do Instituto Nacional de Saúde (NIH) dos EUA.

Pense bem nos últimos dias: como se sentiu nos 30 dias que acabaram de passar?
No último estudo feito nos EUA, em 2003, os cidadãos americanos referiram terem estado “saudáveis e cheios de energia” durante apenas 19 dias do último mês, mas em 6 dias desse mesmo mês não se sentiram saudáveis (mentalmente ou fisicamente).

A alimentação é uma parte essencial da saúde, principalmente a nível preventivo. “Nós somos o que comemos”, dizia o saudoso Dr. Emílio Peres, eminente endocrinologista portuense e fundador da Faculdade de Ciências da Nutrição da Universidade do Porto. De facto, o que podemos fazer a nível da escolha dos alimentos, vai influenciar de maneira determinante como vamos passar muitos dos anos da nossa vida.

Os efeitos da alimentação são normalmente visíveis a longo prazo e não a curto, mas não é por isso que podem ser descuradas, e deixadas "para amanhã".

Em algumas situações a alimentação influencia imediatamente o nosso bem-estar, como no caso das pessoas com intolerâncias alimentares, em que a ingestão de um dado alimento vai provocar mau-estar abdominal, enfartamento.

De qualquer maneira, seja a curto ou a longo prazo, todas as escolhas que faz ao longo do dia, sobre o que come, como prepara esses alimentos ou a quantidade que ingere, vão ser determinantes para o seu bem-estar.

E a realidade é que todos queremos sentir-nos bem!

Fale connosco . . .

Treinador de Bem-Estar

Luís Clemente

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Beckham é atleta mais lucrativo dos EUA

Pela primeira vez neste blogue coloco uma mensagem sem ser sobre alimentação, penso que será importante falar um pouco mais sobre a empresa Herbalife, por este motivo aqui vai esta noticia.

"Pela primeira vez na história do desporto norte-americano, um jogador de futebol consegue vender mais camisas do que atletas de basquete e basebol. O feito é do meio-campista inglês David Beckham, atualmente no Los Angeles Galaxy, e impressionou Don Garber, dirigente da Major League Soccer (MLS).

"É uma marca expressiva. A venda de 75 ou 80 mil camisas já é considerada boa para uma estrela do esporte, mas 300 mil camisas são mais do que qualquer outro uniforme de esporte dos Estados Unidos comercializado no mundo. Isso supera Kobe Bryant e LeBron James", afirmou Garber.

Beckham está no Los Angeles Galaxy desde o início de 2007 e no fim do ano atingiu a marca de 300 mil camisas vendidas com seu nome, segundo o jornal britânico "The Times".

Dar lucro aos clubes em que atua, principalmente com a venda de camisas, não é novidade para o inglês. Antes, o jogador já tinha alcançado uma boa quantidade de artigos comercializados com seu nome quando atuava pelo Manchester United e Real Madrid. Em ambos, mais de um milhão de produtos foram comprados pelo público em geral, isso apenas no primeiro ano de contrato.

Em termos financeiros, a ida de David Beckham para a MLS foi um verdadeiro sucesso. Neste mês de maio, o atleta já tinha sido colocado como primeiro na lista de jogadores do mundo que mais ganham com salários e contratos publicitários.

Outros seis jogadores também foram citados pelo "The Times" como os que mais vendem camisas no mundo. São eles: Fernando Torres e Steven Gerrard, do Liverpool, Cristiano Ronaldo e Wayne Rooney, do Manchester United, Lionel Messi, do Barcelona, e Nicolas Anelka, do Chelsea."

Não nos esqueçamos que o nosso Abel Xavier também é jogador do LA Galaxy e como tal toma a nossa nutrição todos os dias ele como toda a equipa.
Gostaria de ouvir os vossos comentários sobre esta noticia.

Cumprimentos

sábado, 24 de maio de 2008

Sal, hipertensão e doenças cerebrovasculares

Sal, hipertensão e doenças cerebrovasculares » Reduzir o consumo do sal previne hipertensão

Está comprovada a «íntima relação» entre a tensão arterial elevada e as doenças cerebrovasculares que, por sua vez, constituem uma das principais causas de morte no nosso País. Por exemplo, anualmente, morrem mais de 20 mil portugueses por acidente vascular cerebral (AVC). E o consumo excessivo de sal é um dos responsáveis pelo aparecimento da hipertensão.



Os especialistas, que diariamente lutam pela redução da mortalidade devido à trilogia doenças cerebrovasculares, hipertensão e consumo de sal, têm manifestado a sua preocupação relativamente a este assunto, fomentando iniciativas várias.

Autor de vários estudos, o Prof. Massano Cardoso, professor catedrático de Epidemiologia e Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, elaborou mais um inquérito, que resultou no estudo Hipertensão Arterial, Consumo de Sal e Alimentos Pré-confeccionados em Portugal.

«Neste momento, e na sequência da estratégia de prevenção a nível mundial, torna-se imperioso reduzir o consumo de sal dos 9 a 12 g/dia para 5 a 6 g/dia», diz Massano Cardoso, salientando que «muitos portugueses ultrapassam, e em muito, o consumo dos 12 g/dia de sal».

Ora, seria a redução do sal a grande responsável pela diminuição da pressão arterial de 7,2 a 11,2 mmHg para a tensão arterial sistólica de 3,8 a 6,4 mmHg para a tensão arterial diastólica nos hipertensos. Assim, tal redução seria também responsável pela diminuição da mortalidade.

«Em 2004 foi instituído, pela primeira vez, o Dia Nacional dos Acidentes Vasculares Cerebrais (31 de Março), com o objectivo de chamar a atenção para este flagelo médico-social. Mas ir directamente a uma das principais causas parece ser evidente. Assim, não obstante a importância e o significado do sal nas nossas vidas e na própria evolução das espécies, seria curial a implementação do Dia do Sal – Convite a uma utilização mais racional», opina o professor de Epidemiologia, reforçando:

«Falar do sal é falar da hipertensão. É falar dos acidentes vas­culares cerebrais. É falar do enfarte do miocárdio. É falar das principais causas de doença e de morte em Portugal. É falar da principal causa de invalidez.»

Infelizmente, o consumo abusivo de sal é bastante característico do povo português. Enfim, um hábito como tantos outros. Porém, muito prejudicial.

«É fundamental sensibilizar a população. Cada vez mais, há uma interiorização dos conhecimentos na área da Saúde e os portugueses parecem mais disponíveis para modificar os hábitos prejudiciais», assinala Massano Cardoso, prosseguindo:

«A par das medidas educacionais e informativas, são essenciais outras atitudes que se revistam de carácter político. São vitais iniciativas legislativas que limitem o teor de sal dos alimentos pré-confeccionados, já que uma pequena redução do teor deste produto, na ordem dos 10%, por exemplo, é susceptível de uma redução substancial da morbimortalidade.»

E conclui: «A obrigatoriedade do uso de rótulos, imposta pelo Governo, nos produtos alimentares, com indicação dos teores de sódio, certamente ajudaria os consumidores a optar pelos produtos mais saudáveis.»

População conhece relação entre a hipertensão, o consumo de sal e as doenças cerebrovasculares

Era objectivo do Prof. Massano Cardoso efectuar um estudo mais alargado, mas, nas suas palavras, «necessitava de um conjunto de apoios logísticos que não foram conseguidos, mas espero vir a tê-los no futuro».

As conclusões do estudo foram, pois, elaboradas numa amostra representativa da população portuguesa. Foram inquiridos 317 indivíduos, entre os 18 e os 64 anos, em função dos diferentes grupos etários, sexo, nível escolar, diferentes actividades profissionais, distribuídos por 27 concelhos e cobrindo todas as regiões do País.

Eis algumas conclusões:

– 19,9% dos portugueses não costumam medir a tensão arterial.

– 21,5% sofrem de hipertensão arterial.

– 76,5% dos hipertensos tomam medicamentos.

– 76,5% dos hipertensos que tomam medicamentos também fazem dieta com pouco sal, dos quais 78,8% foi por indicação médica.

– 66,2% dos portugueses consideram as suas dietas normais em sal e 25,9% mesmo pouco rica. Só 7,6% é que consideram a dieta muito rica.

– 76,7% sabem que os alimentos pré-confeccionados e muitos produtos que compram nos mercados têm teores elevados de sal; 23,4% não têm opinião ou desconhecem.

– A relação entre a tensão arterial elevada, o consumo do sal e as doenças cardiovasculares está perfeitamente identificada na nossa população, já que 94% têm esses conhecimentos.

– Relativamente à opção de alimentos com teores menos elevados de sal por parte dos portugueses, verificou-se que 78,5% faria essa opção contra 7,3%.

– A utilidade de rotulagem nos alimentos no que respeita à indicação dos teores de sal é bem-vista, já que 91,2% apoiaria esta ideia.

Existem muitas medidas a tomar para ajudar a controlar a pressão arterial. Comer de forma saudável diariamente é um excelente começo para uma vida saudável.
Como prevenir o aumento da pressão arterial?

Existem muitas medidas a tomar para ajudar a controlar a pressão arterial. Comer de forma saudável diariamente é um excelente começo para uma vida saudável

Escolha diariamente os seguintes alimentos:

* Muitos frutos e vegetais
* Leite, iogurte e queijo magros
* Cereais integrais e outros alimentos com fibra
* Carnes magras e alternativas preparadas com pouca ou sem gordura
* Incluir pequenas quantidades de gorduras insaturadas

Comer estes alimentos várias vezes na semana:

* Ervilhas, feijão, lentilhas
* Avelãs, carne magra e aves
* Pelo menos duas refeições de peixe gordo todas as semanas

Escolher alimentos pobres em:

* Gordura saturada e transformada
* Açúcar
* Sal e sódio

para além de:
  • comer alimentos frescos com frequência
  • Ler as tabelas de nutrição antes de seleccionar os alimentos processados como:
    • sopas, massas, vegetais, carnes e peixe enlatados
    • queijos processados e carnes
    • alimentos pré-cozinhados ou congelados
  • Utilizar apenas pequenas quantidades de condimentos tais como: ketchup, mostarda, molho de soja e maionese para saladas
  • Reduzir a quantidade de sal de mesa e de sal grosso
  • Confeccionar os alimentos com sumo de limão, vinagre, ervas aromáticas e especiarias
  • Reduzir a ingestão de pickles
  • Escolher bolachas e biscoitos com pouco sal
  • Ingerir com menos frequência alimentos fast food
  • Ler sempre os componentes de forma a escolher os alimentos com menos sal
Tome Nota

sábado, 17 de maio de 2008

Parar de Fumar: comece hoje!

Nos últimos anos, as claras evidências que comprovam os efeitos altamente nocivos do tabagismo na saúde, têm resultado, entre outros aspectos, na divulgação de campanhas de sensibilização para o abandono definitivo do acto de fumar. Mesmo assim, a tendência para o aumento desta epidemia não pára de crescer, pelo que nunca será de mais relembrar alguns dos dados concretos que colocam o tabagismo como o principal factor de risco modificável tanto para a angina de peito, como para o enfarte agudo de miocárdio.

De facto, é possível identificar, entre gases e partículas, mais de 4000 compostos libertados na combustão de um cigarro. Destes, existem três especialmente perigosos: a nicotina, principal responsável pela hipertensão, taquicardia, irritabilidade e dependência; os alcatrões, potentes agentes cancerígenos; e o monóxido de carbono, que se liga à hemoglobina, reduzindo a sua capacidade transportadora de oxigénio aos tecidos e aumentando a insuficiência de vários órgãos e do sistema arterial.

Como se os malefícios a que os fumadores activos estão sujeitos não bastassem, sabemos hoje que os componentes que o tabaco liberta para a atmosfera (processo designado por “corrente secundária”) têm ainda maior concentração de produtos tóxicos que a “corrente principal”, inalada pelo fumador. Por estas razões e no sentido de proteger os cidadãos residentes em Portugal da exposição involuntária ao fumo do tabaco, o Governo Português aprovou recentemente uma nova legislação (que entra em vigor a 1 de Janeiro de 2008) que limita ou impede o acto de fumar em locais de atendimento público e de trabalho, restaurantes e estabelecimentos hoteleiros, entre outros.

No sentido de despertar os leitores para deixarem de fumar e/ou ajudarem os amigos fumadores a fazê-lo, terminamos com alguns factos que têm tanto de frieza como de verdade…

Razões de saúde, económicas e sociais para deixar de fumar

  • Fumar 10 cigarros por dia aumenta a mortalidade em 18% nos homens e 31% nas mulheres;
  • O acto de fumar resulta numa redução da expectativa de vida entre 5 e 8 anos;
  • O tabaco é a causa directa de cerca de 20% dos enfartes;
  • Os fumadores têm o dobro da prevalência de cancro e de angina de peito que os não fumadores;
  • As mulheres fumadoras que tomam anticoncepcionais orais apresentam um risco de sofrerem enfarte de miocárdio 10 vezes superior às mulheres não fumadoras com o mesmo método anticoncepcional;
  • As mulheres que fumaram e continuam a fazê-lo depois da menopausa têm uma maior descalcificação óssea e mais de 50% de probabilidade de sofrer fracturas comparativamente com as mulheres não fumadoras;
  • Um em cada três fumadores tem bronquite crónica;
  • Os trabalhadores que fumam mais de 20 cigarros por dia têm três vezes mais baixas laborais que os que não fumam;
  • Um fumador passivo que permaneça cerca de uma hora num ambiente com elevada concentração de fumo, terá inalado substâncias químicas equivalentes ao fumo de 3 cigarros;
  • A Organização Mundial da Saúde calcula que morrem anualmente 4 milhões de pessoas directamente por causa do tabaco. Prevê-se que este número suba para 10 milhões no ano 2025.
O que acontece quando se deixa de fumar?
  • Após 6 horas, o batimento cardíaco e a pressão arterial iniciam uma descida, embora possam levar algumas semanas a atingir valores normais;
  • Após 12 horas, denota-se alguma melhoria na função pulmonar e diminuem as possíveis faltas de ar;
  • Após 2 dias, o cheiro e o paladar ficam mais apurados;
  • Entre 2 e 12 semanas, a circulação sanguínea torna-se mais eficiente e as actividades físicas tornam-se mais fáceis;
  • Após 3 a 9 meses, diminuem os problemas respiratórios e a função pulmonar aumenta cerca de 10%;
  • Após 2 anos, o risco de ataque cardíaco é duas vezes inferior ao de um indivíduo fumador;
  • Após 5 anos, o risco de cancro de pulmão é duas vezes inferior ao de um indivíduo fumador e o risco de ataque cardíaco será igual ao de uma pessoa que nunca fumou.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

“Corra” com a obesidade

Em vez de andar a correr, no dia-a-dia, quando se trata de confeccionar os alimentos, a Fundação Portuguesa de Cardiologia aconselha a que “corra” antes com a gordura, optando por pratos saudáveis. A dieta mediterrânica é a mais aconselhada para combater a obesidade, uma das “pragas” do coração.

A obesidade é o principal alvo a abater por parte da Fundação Portuguesa da Cardiologia, uma vez que esta se encontra entre as principais causas das doenças cardiovasculares. Assim, para Maio, mês do coração, aquela instituição está a preparar uma série de iniciativas que visam relembrar aos portugueses os riscos das doenças do coração, que têm mais probabilidades de “atacar” aqueles que apresentam peso a mais e têm uma alimentação deficiente.
Segundo o presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia, num artigo publicado no “site” da associação, a presença de obesidade, definida por índice de massa corporal superior a 28, associa-se a risco três a quatro vezes mais elevado de cardiopatia isquémica (angina de peito, enfarte do miocárdio e morte súbita), de acidente vascular cerebral e de diabetes na população em geral.
Diversos estudos demonstraram que a obesidade abdominal é acompanhada de vários factores de risco cardiovascular, tais como a resistência à insulina, o hiperinsulinismo, a “diabetes mellitus”, um perfil lipídico aterogénico e hipertensão arterial.
Considerando que a obesidade, em geral, e a obesidade abdominal, em particular, obrigam a estratégias de intervenção adequadas que façam diminuir o risco de doença cardiovascular, Manuel Carrageta afirma que é preciso alterar hábitos de vida, por forma a evitar cada vez mais limitações à qualidade de vida da população do mundo industrializado.
O presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia admite ainda que a obesidade abdominal é mais frequente no homem e mais significativa como factor de risco. No entanto, a obesidade generalizada tem graves consequências para a saúde, independentemente da distribuição da gordura. Deste modo, Manuel Carrageta dá a entender que a população portuguesa tem de dizer “não” à gordura, promovendo estilos de vida saudáveis, como andar a pé (combatendo o sedentarismo), ter cuidados com os alimentos que come, praticar exercício físico, pôr fim ao cigarro, controlar a hipertensão arterial.

Metade das vítimas fica pelo caminho, metade das pessoas que são vítimas de enfarte do miocárdio não chegam a tempo ao hospital.

É necessário promover a dieta mediterrânica, «Não se deixe ir em publicidades e modas pouco saudáveis. Leia atentamente os rótulos dos produtos alimentares e escolha os mais saudáveis. Cuide de si! Seja exigente!». Este é o alerta deixado pela Fundação Portuguesa de Cardiologia, que, depois de no ano 2002 ter feito um alerta para o facto de os portugueses estarem a cometer os mesmos erros alimentares das sociedades mais desenvolvidas, com a agravante de não usufruírem dos seus benefícios, chegou à conclusão de que nada mudou.
A saudável dieta mediterrânica está a perder-se aos poucos e alguns aspectos positivos da nossa gastronomia estão a dar lugar à grande monotonia alimentar. Ou seja, os portugueses ainda não assimilaram que é necessário substituir a “comida de plástico” pelos alimentos naturais, ricos em nutrientes essenciais ao bom funcionamento do organismo.
Existe, actualmente, em todo o Mundo, uma grande pressão da indústria do “fast food”, exercida através de um “marketing” e de uma publicidade muito bem concebidas, no sentido do consumo de certos alimentos que são agradáveis mas têm impacto negativo na saúde devido ao seu conteúdo em gordura saturada e sal, alerta Manuel Carrageta.
O presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia diz ainda que, no nosso país, continua a haver um abuso no consumo de açúcar de adição. Há quem não se lembre de que o açúcar também existe escondido nos doces, nos bolos, nos chocolates, nos refrigerantes e em muitos outros produtos alimentares preparados industrialmente.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Maio Mês do Coração

Este mês vindouro, mês de Maio, mês do coração vou vos falar essencialmente do coração.

A Fundação Portuguesa de Cardiologia assinalou no dia de hoje, em Lisboa, o arranque das comemorações de "Maio Mês do Coração", uma iniciativa que pretende sensibilizar os portugueses para a importância de medir com regularidade a tensão arterial.

A hipertensão arterial é o principal factor de risco da doença cardiovascular e representa um dos maiores problemas de saúde pública em Portugal: cerca de 40 por cento dos portugueses adultos são hipertensos, mais de 50 por cento não têm a doença diagnosticada e apenas 11 por cento dos doentes estão controlados.

"Por si e por quem gosta de si, meça regularmente a tensão arterial" é a divisa da campanha de sensibilização que arranca na próxima semana através de “spots” televisivos e de rádio, imprensa e painéis publicitários nos diversos transportes em Lisboa. Durante o mês de Maio, esta campanha estará também presente nos Centros de Saúde e nos "mupis" (espaços publicitários electrónicos) de todas as cidades do país.

A campanha visa alertar os portugueses para a importância de medir a tensão arterial de forma regular e registá-la, bem como consciencializar as pessoas de que existem medidas não farmacológicas ao alcance de todos para prevenir o aparecimento precoce deste factor de risco.


Segundo um estudo recente da Organização Mundial de Saúde, 14 por cento das mortes no mundo ocorrem devido a complicações associadas à hipertensão. Em Portugal só os acidentes vasculares cerebrais (AVC) vitimaram cerca de dois mil portugueses em 2007, segundo dados das autoridades de saúde. Além de os AVC serem a principal causa de morte no país, bem à frente da doença coronária e do cancro, são também a principal causa grave de incapacidade em Portugal.



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Tema relacionado:

As Boas Gorduras: os ácidos gordos de tipo omega 3

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Cozinhar com Soja

Obrigado pela inspiração...

"Crie o seu manual de receitas de soja. Comece pelos pratos que já conhece e inspire-se mais tarde em livros e ideias recolhidas em restaurantes vegetarianos, tornando-se um mestre de cozinha com soja.


Sabia que começar por incluir a soja em uma ou duas das suas refeições semanais é uma óptima iniciativa para promover a saúde da sua família e para que todos fiquem “despertos” para explorar novos sabores? E que a adopção deste alimento não é um acto meramente vegetariano ou fundamentalista, sendo até habitual a sua combinação com carne em algumas refeições?

A frequência com que se fala da soja e dos benefícios que esta leguminosa confere à nossa saúde é hoje maior do que em qualquer outra altura da nossa vida. E não é razão para menos. De facto, várias evidências sugerem que uma ingestão moderada deste alimento reduz a hipercolesterolemia e em algumas mulheres parece amenizar os sintomas da menopausa. Pode também aumentar a densidade mineral óssea e proporcionar um efeito protector relativamente aos cancros da mama, endométrio, cólon e próstata, embora estes efeitos ainda não sejam certos.
Contudo, introduzir novos alimentos na nossa rotina nem sempre é tarefa fácil de realizar… Ou porque esses alimentos têm tantas formas diferentes de serem confeccionados que até resultam em sensação de desconhecimento total, ou porque receamos desgostar do desconhecido, ou porque reservar tempo extra para explorar novos pratos e receitas não é nossa prioridade, ou até porque os restaurantes que mais frequentamos (ainda) não reformularam os seus menus…!

Assim e na tentativa de superar estas barreiras, porque não começar por destinar 3-4 momentos mensais para explorar novos sabores e técnicas culinárias? Um primeiro passo com receitas e ingredientes simples, um segundo com os mesmos ingredientes e receitas mais elaboradas e quem sabe um terceiro passo com múltiplas combinações de paladares, cores e aromas!? Deixamos então algumas sugestões!


A CONSIDERAR
• Experimente substituir o queijo e fiambre por tofu fumado com uma rodela de tomate e orégãos, na elaboração de algumas das suas sandes. Obterá um pequeno snack com elevada riqueza nutricional e com um sabor muito peculiar.

• Coza a Edamame ou “soja fresca” (já comercializada em versão congelada sem vagem) e utilize-a como acompanhamento das suas refeições principais ou até como aperitivo, aproveitando as suas propriedades sem ingerir um elevado valor calórico.

• Inove as suas refeições com tofu! O nome “Risoto de Vegetais com Tofu e Cogumelos” é-lhe sugestivo?! Faça então um refogado rápido com um pouco de azeite, alho e cogumelos. Corte depois o tofu em quadrados pequenos e tempere-os com sumo de limão. Junte numa travessa os cogumelos, o sumo de limão, o tofu e algumas nozes torradas. Acompanhe depois esta receita com risoto de vegetais.

• Substitua a carne pelo tempeh na confecção de feijoadas e de outros pratos que a utilizam como ingrediente. Se não quiser fazer uma mudança tão radical, poderá optar por adicionar pequenas porções de carne apenas para conferir algum gosto à refeição.

• Substitua as suas sobremesas mais calóricas por batido de soja com fruta. Experimente por exemplo descascar uma ou duas papaias, cortá-las aos pedaços e reparti-las por 2 taças. De seguida, junte os iogurtes de soja batidos, adicione um pouco de chocolate em pó, leve ao frigorífico... e delicie-se!

• Utilize o miso não só para condimentar (ou confeccionar!) sopa, legumes e verduras estufados e caldeiradas, mas também para fazer pão! Para esta última sugestão, comece por amassar a farinha de trigo integral e adicione-lhe 2 a 3 colheres de sopa de miso, misturando-o uniformemente com a farinha. Deixe levedar durante 1 a 2 horas, volte a amassar e coloque numa forma de pão em inox. Finalmente, coloque a forma dentro de uma panela com tampa e alguma água e deixe cozer a vapor durante 1 hora. Ficará delicioso! Experimente ainda provar este pão com manteiga de amendoim! "

Fonte Rituais

Fica a sugestão e o desafio . . .

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Coma Saudável S.F.F.

Os hábitos alimentares têm vindo a mudar. E nem sempre para melhor.
As refeições deixaram de ser um momento de pausa e de lazer para se transformarem num habito breve entre uma correria e outra.
Mesmo os jantares, que poderiam permitir maior tranquilidade, vêem-se poluidos pelo ruido da televisão, resumindo-se muitas vezes a pratos descongelados no micro-ondas, instantaneamente preparados e instantaneamente consumidos. Meia dúzia de garfadas.....e já está.
Todos os estudos confirmam que Portugal se afasta cada vez mais da dieta mediterrânica, com um consumo exagerado de produtos de origem animal, muito superior aos de origem vegetal.
Outro flagelo é o facto de, por cá, se insistir no pequeno almoço fora de portas, ou seja, no café ou pastelaria. O temível galão ( não há como o café misturado com leite para criar problemas de estômago ) e o inevitável queque ( cerca de 400 calorias de uma assentada só ) continuam a assombrar as manhãs de muitos Portugueses.

"Diz-me o que comes, dir-te-ei quem és e como vais de saúde"
"Nós somos aquilo que comemos"


Estas frases não são publicitárias. Grande parte das doenças actualmente mais difundidas tem uma relação directa com a alimentação ( das cardiovasculares ao cancro ).


As desculpas para nos alimentarmos mal, são mais que muitas, e a falta de tempo é uma delas. Por isso mesmo, para que tenha uma alimentação equilibrada, saborosa e rápida de preparar, ShapeWorks da Herbalife é um batido de proteína com todos os ingredientes necessários ao nosso organismo, que além de ser extremamente rápido de preparar, é super saboroso, faz bem á nossa saúde, e nutre o nosso organismo de todas as vitaminas, proteinas, hidratos de carbono e minerais necessárias.

Sobre nós . . . . Treinadores de Bem Estar

Somos Treinadores de Bem-Estar, e este é o nosso espaço online onde deixamos alguma informação para que todos os que procuram bem estar possam encontrar aqui informação necessária e também aconselhamento, para isso basta clicar na imagem abaixo ou mandar nos um email.


Porquê, e qual o nosso papel na sociedade?

Porque a Vida e a Felicidade fazem um par muito desejado, não se esqueça que com uma alimentação saudável pode:

* controlar o seu peso;
* estimular as suas capacidades mentais;
* ajudar a manter a sua boa disposição;
* manter a visão, a pele, os cabelos e as unhas saudáveis;
* contribuir para reduzir o risco de doenças, nomeadamente a nível do sistema cardiovascular;
* contribuir para prolongar a sua felicidade por mais anos!

Seja a curto ou a longo prazo, todas as escolhas que faz ao longo do dia, sobre o que come, como prepara esses alimentos ou a quantidade que ingere, vão ser determinantes para o seu bem-estar.

E a realidade é que todos queremos sentir-nos bem!

Pretende o nosso aconselhamento, fale connosco


royal.clube@hotmail.com

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royal.clube@hotmail.com