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sábado, 17 de maio de 2008

Parar de Fumar: comece hoje!

Nos últimos anos, as claras evidências que comprovam os efeitos altamente nocivos do tabagismo na saúde, têm resultado, entre outros aspectos, na divulgação de campanhas de sensibilização para o abandono definitivo do acto de fumar. Mesmo assim, a tendência para o aumento desta epidemia não pára de crescer, pelo que nunca será de mais relembrar alguns dos dados concretos que colocam o tabagismo como o principal factor de risco modificável tanto para a angina de peito, como para o enfarte agudo de miocárdio.

De facto, é possível identificar, entre gases e partículas, mais de 4000 compostos libertados na combustão de um cigarro. Destes, existem três especialmente perigosos: a nicotina, principal responsável pela hipertensão, taquicardia, irritabilidade e dependência; os alcatrões, potentes agentes cancerígenos; e o monóxido de carbono, que se liga à hemoglobina, reduzindo a sua capacidade transportadora de oxigénio aos tecidos e aumentando a insuficiência de vários órgãos e do sistema arterial.

Como se os malefícios a que os fumadores activos estão sujeitos não bastassem, sabemos hoje que os componentes que o tabaco liberta para a atmosfera (processo designado por “corrente secundária”) têm ainda maior concentração de produtos tóxicos que a “corrente principal”, inalada pelo fumador. Por estas razões e no sentido de proteger os cidadãos residentes em Portugal da exposição involuntária ao fumo do tabaco, o Governo Português aprovou recentemente uma nova legislação (que entra em vigor a 1 de Janeiro de 2008) que limita ou impede o acto de fumar em locais de atendimento público e de trabalho, restaurantes e estabelecimentos hoteleiros, entre outros.

No sentido de despertar os leitores para deixarem de fumar e/ou ajudarem os amigos fumadores a fazê-lo, terminamos com alguns factos que têm tanto de frieza como de verdade…

Razões de saúde, económicas e sociais para deixar de fumar

  • Fumar 10 cigarros por dia aumenta a mortalidade em 18% nos homens e 31% nas mulheres;
  • O acto de fumar resulta numa redução da expectativa de vida entre 5 e 8 anos;
  • O tabaco é a causa directa de cerca de 20% dos enfartes;
  • Os fumadores têm o dobro da prevalência de cancro e de angina de peito que os não fumadores;
  • As mulheres fumadoras que tomam anticoncepcionais orais apresentam um risco de sofrerem enfarte de miocárdio 10 vezes superior às mulheres não fumadoras com o mesmo método anticoncepcional;
  • As mulheres que fumaram e continuam a fazê-lo depois da menopausa têm uma maior descalcificação óssea e mais de 50% de probabilidade de sofrer fracturas comparativamente com as mulheres não fumadoras;
  • Um em cada três fumadores tem bronquite crónica;
  • Os trabalhadores que fumam mais de 20 cigarros por dia têm três vezes mais baixas laborais que os que não fumam;
  • Um fumador passivo que permaneça cerca de uma hora num ambiente com elevada concentração de fumo, terá inalado substâncias químicas equivalentes ao fumo de 3 cigarros;
  • A Organização Mundial da Saúde calcula que morrem anualmente 4 milhões de pessoas directamente por causa do tabaco. Prevê-se que este número suba para 10 milhões no ano 2025.
O que acontece quando se deixa de fumar?
  • Após 6 horas, o batimento cardíaco e a pressão arterial iniciam uma descida, embora possam levar algumas semanas a atingir valores normais;
  • Após 12 horas, denota-se alguma melhoria na função pulmonar e diminuem as possíveis faltas de ar;
  • Após 2 dias, o cheiro e o paladar ficam mais apurados;
  • Entre 2 e 12 semanas, a circulação sanguínea torna-se mais eficiente e as actividades físicas tornam-se mais fáceis;
  • Após 3 a 9 meses, diminuem os problemas respiratórios e a função pulmonar aumenta cerca de 10%;
  • Após 2 anos, o risco de ataque cardíaco é duas vezes inferior ao de um indivíduo fumador;
  • Após 5 anos, o risco de cancro de pulmão é duas vezes inferior ao de um indivíduo fumador e o risco de ataque cardíaco será igual ao de uma pessoa que nunca fumou.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

“Corra” com a obesidade

Em vez de andar a correr, no dia-a-dia, quando se trata de confeccionar os alimentos, a Fundação Portuguesa de Cardiologia aconselha a que “corra” antes com a gordura, optando por pratos saudáveis. A dieta mediterrânica é a mais aconselhada para combater a obesidade, uma das “pragas” do coração.

A obesidade é o principal alvo a abater por parte da Fundação Portuguesa da Cardiologia, uma vez que esta se encontra entre as principais causas das doenças cardiovasculares. Assim, para Maio, mês do coração, aquela instituição está a preparar uma série de iniciativas que visam relembrar aos portugueses os riscos das doenças do coração, que têm mais probabilidades de “atacar” aqueles que apresentam peso a mais e têm uma alimentação deficiente.
Segundo o presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia, num artigo publicado no “site” da associação, a presença de obesidade, definida por índice de massa corporal superior a 28, associa-se a risco três a quatro vezes mais elevado de cardiopatia isquémica (angina de peito, enfarte do miocárdio e morte súbita), de acidente vascular cerebral e de diabetes na população em geral.
Diversos estudos demonstraram que a obesidade abdominal é acompanhada de vários factores de risco cardiovascular, tais como a resistência à insulina, o hiperinsulinismo, a “diabetes mellitus”, um perfil lipídico aterogénico e hipertensão arterial.
Considerando que a obesidade, em geral, e a obesidade abdominal, em particular, obrigam a estratégias de intervenção adequadas que façam diminuir o risco de doença cardiovascular, Manuel Carrageta afirma que é preciso alterar hábitos de vida, por forma a evitar cada vez mais limitações à qualidade de vida da população do mundo industrializado.
O presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia admite ainda que a obesidade abdominal é mais frequente no homem e mais significativa como factor de risco. No entanto, a obesidade generalizada tem graves consequências para a saúde, independentemente da distribuição da gordura. Deste modo, Manuel Carrageta dá a entender que a população portuguesa tem de dizer “não” à gordura, promovendo estilos de vida saudáveis, como andar a pé (combatendo o sedentarismo), ter cuidados com os alimentos que come, praticar exercício físico, pôr fim ao cigarro, controlar a hipertensão arterial.

Metade das vítimas fica pelo caminho, metade das pessoas que são vítimas de enfarte do miocárdio não chegam a tempo ao hospital.

É necessário promover a dieta mediterrânica, «Não se deixe ir em publicidades e modas pouco saudáveis. Leia atentamente os rótulos dos produtos alimentares e escolha os mais saudáveis. Cuide de si! Seja exigente!». Este é o alerta deixado pela Fundação Portuguesa de Cardiologia, que, depois de no ano 2002 ter feito um alerta para o facto de os portugueses estarem a cometer os mesmos erros alimentares das sociedades mais desenvolvidas, com a agravante de não usufruírem dos seus benefícios, chegou à conclusão de que nada mudou.
A saudável dieta mediterrânica está a perder-se aos poucos e alguns aspectos positivos da nossa gastronomia estão a dar lugar à grande monotonia alimentar. Ou seja, os portugueses ainda não assimilaram que é necessário substituir a “comida de plástico” pelos alimentos naturais, ricos em nutrientes essenciais ao bom funcionamento do organismo.
Existe, actualmente, em todo o Mundo, uma grande pressão da indústria do “fast food”, exercida através de um “marketing” e de uma publicidade muito bem concebidas, no sentido do consumo de certos alimentos que são agradáveis mas têm impacto negativo na saúde devido ao seu conteúdo em gordura saturada e sal, alerta Manuel Carrageta.
O presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia diz ainda que, no nosso país, continua a haver um abuso no consumo de açúcar de adição. Há quem não se lembre de que o açúcar também existe escondido nos doces, nos bolos, nos chocolates, nos refrigerantes e em muitos outros produtos alimentares preparados industrialmente.

Sobre nós . . . . Treinadores de Bem Estar

Somos Treinadores de Bem-Estar, e este é o nosso espaço online onde deixamos alguma informação para que todos os que procuram bem estar possam encontrar aqui informação necessária e também aconselhamento, para isso basta clicar na imagem abaixo ou mandar nos um email.


Porquê, e qual o nosso papel na sociedade?

Porque a Vida e a Felicidade fazem um par muito desejado, não se esqueça que com uma alimentação saudável pode:

* controlar o seu peso;
* estimular as suas capacidades mentais;
* ajudar a manter a sua boa disposição;
* manter a visão, a pele, os cabelos e as unhas saudáveis;
* contribuir para reduzir o risco de doenças, nomeadamente a nível do sistema cardiovascular;
* contribuir para prolongar a sua felicidade por mais anos!

Seja a curto ou a longo prazo, todas as escolhas que faz ao longo do dia, sobre o que come, como prepara esses alimentos ou a quantidade que ingere, vão ser determinantes para o seu bem-estar.

E a realidade é que todos queremos sentir-nos bem!

Pretende o nosso aconselhamento, fale connosco


royal.clube@hotmail.com

ANSIOSO POR BEM-ESTAR

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Perder peso, emagrecer, obesidade, retenção de líquidos, diabetes, colesterol, exercício, actividade física, aumento de massa magra, nutrição, calorias, celulite, seja qual o tema...

... aconselhe-se junto dos nossos Treinadores Pessoais de Bem Estar.

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