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segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Maioria dos portugueses não previne excesso de peso

"Mais de metade dos portugueses considera desnecessário prevenir o excesso de peso, mas são os habitantes do Centro Litoral e Grande Lisboa os que mais procuram combatê-lo, segundo um estudo divulgado recentemente.


Tanto os lisboetas (59,2%) como os habitantes dos distritos de Aveiro, Leiria, Santarém e da parte litoral do distrito de Coimbra (45,3%) optam por fazer uma alimentação equilibrada para evitar o excesso de peso, revela um estudo elaborado pela Galp Energia em parceria com a Plataforma contra a Obesidade.

No entanto, uma análise ao retrato regional dos estilos de vida e hábitos alimentares de Portugal Continental permite concluir que “há uma carência de conhecimentos em relação aos alimentos saudáveis, e que os portugueses sentem necessidade de desenvolver competências na cozinha”.

O coordenador da Plataforma contra a Obesidade, da Direcção-Geral de Saúde ressalva que “este é um estudo de percepções e não de realidade”.

No entanto, João Breda acredita nos números, por estarem perto das prevalências verdadeiras”.

“É necessário continuar a formar a saúde dos portugueses de forma mais prática. É importante que saibam fazer compras e gerir o orçamento familiar”, disse o coordenador à agência Lusa.

Mais de três quartos dos inquiridos (83,8%) considera que faz uma alimentação salutar, e a maioria aponta os legumes, a fruta e o peixe como os três alimentos mais saudáveis.

Talvez por isso, 77% dos inquiridos não faz nada para evitar o excesso de peso porque acha que “está bem assim” e 63,6% não se aconselha nem procura ajuda sobre uma melhor alimentação. Os que o fazem preferem aconselhar-se com o médico de família.

Outro dos aspectos do estudo salientado por João Breda é a necessidade que os portugueses sentem em desenvolver competências na cozinha.

À afirmação “as pessoas deveriam ser treinadas para a cozinha”, 47,1% dos que habitam no Grande Porto e 34,9 dos que moram na Grande Lisboa referiram “concordar plenamente”.

“As pessoas sabem o que é saudável. O que devem comer e que andar a pé faz bem. Mas as escolhas mais saudáveis nem sempre são as mais fáceis”, afirmou João Breda.

A prová-lo estão as respostas dadas pelos portugueses. No grande Porto, por exemplo, mais de metade das pessoas come vegetais (51%) e frutas (62,7%) sete dias por semana.

Dos habitantes do Interior, 60,3% refere as peças de fruta como alimentos saudáveis, mas também são os que menos as comem.

Apesar de o peixe ser referido por 47,7% dos habitantes do Norte Litoral como um dos três alimentos mais saudáveis, mais de metade (66,4) comeu peixe no máximo três vezes por semana.

Outra carência de informação notada pelo coordenador da Plataforma contra a Obesidade através da análise do estudo é relativa à actividade física.

Menos de metade dos inquiridos revelou praticar algum tipo de actividade física. A maioria dos que não fazem exercício justifica-se com a falta de tempo. É na grande Lisboa que esta percentagem é mais elevada (50,4%).

O trabalho, realizado no âmbito de uma parceria entre a Galp Energia e a Plataforma contra a Obesidade da Direcção Geral de Saúde, envolveu uma amostra de 800 pessoas de 15 ou mais anos de idade e com distribuição geográfica proporcional, inquiridas entre 21 de Abril de 05 de Maio sobre os seus comportamentos em relação à obesidade."

Uma noticia que saiu ontem em todos os meios de comunicação social.
Cada vez mais o nosso papel como Treinadores de Bem-Estar faz sentido nesta nossa sociedade.

E você também faz parte dos 77% que não previne o excesso de peso?

Precisa de ser aconselhado, fale connosco.

sábado, 7 de junho de 2008

Bem estar associado a uma alimentação saudável

Todos os alimentos podem fazer parte de uma alimentação saudável. O “segredo” é incorporar os diversos tipos de alimentos na nossa alimentação nas doses certas!

Porque a Vida e a Felicidade fazem um par muito desejado, não se esqueça que com uma alimentação saudável pode:

* controlar o seu peso;
* estimular as suas capacidades mentais;
* ajudar a manter a sua boa disposição;
* manter a visão, a pele, os cabelos e as unhas saudáveis;
* contribuir para reduzir o risco de doenças, nomeadamente a nível do sistema cardiovascular;
* contribuir para prolongar a sua felicidade por mais anos!

Como avaliar a qualidade de vida e o bem-estar?

A OMS, já em 1948, considerou que a saúde é um estado de bem-estar completo, tanto a nível físico, como mental e social, não apenas a mera ausência de doença. Esta sensação de bem-estar é o que todos procuramos, como se fosse a busca da felicidade.

Agora surge um problema: como é possível avaliar o bem-estar? Trata-se de um conceito bastante vago, que varia de pessoa para pessoa. Ao avaliar o nível de bem-estar, pretende-se conhecer quantos dias a pessoa se sentiu bem, fisicamente e/ou emocionalmente, de modo a conhecer e poder ajudar melhor as populações. Este é o método usado pelo Centro de Controlo de Doenças (CDC) do Instituto Nacional de Saúde (NIH) dos EUA.

Pense bem nos últimos dias: como se sentiu nos 30 dias que acabaram de passar?
No último estudo feito nos EUA, em 2003, os cidadãos americanos referiram terem estado “saudáveis e cheios de energia” durante apenas 19 dias do último mês, mas em 6 dias desse mesmo mês não se sentiram saudáveis (mentalmente ou fisicamente).

A alimentação é uma parte essencial da saúde, principalmente a nível preventivo. “Nós somos o que comemos”, dizia o saudoso Dr. Emílio Peres, eminente endocrinologista portuense e fundador da Faculdade de Ciências da Nutrição da Universidade do Porto. De facto, o que podemos fazer a nível da escolha dos alimentos, vai influenciar de maneira determinante como vamos passar muitos dos anos da nossa vida.

Os efeitos da alimentação são normalmente visíveis a longo prazo e não a curto, mas não é por isso que podem ser descuradas, e deixadas "para amanhã".

Em algumas situações a alimentação influencia imediatamente o nosso bem-estar, como no caso das pessoas com intolerâncias alimentares, em que a ingestão de um dado alimento vai provocar mau-estar abdominal, enfartamento.

De qualquer maneira, seja a curto ou a longo prazo, todas as escolhas que faz ao longo do dia, sobre o que come, como prepara esses alimentos ou a quantidade que ingere, vão ser determinantes para o seu bem-estar.

E a realidade é que todos queremos sentir-nos bem!

Fale connosco . . .

Treinador de Bem-Estar

Luís Clemente

Sobre nós . . . . Treinadores de Bem Estar

Somos Treinadores de Bem-Estar, e este é o nosso espaço online onde deixamos alguma informação para que todos os que procuram bem estar possam encontrar aqui informação necessária e também aconselhamento, para isso basta clicar na imagem abaixo ou mandar nos um email.


Porquê, e qual o nosso papel na sociedade?

Porque a Vida e a Felicidade fazem um par muito desejado, não se esqueça que com uma alimentação saudável pode:

* controlar o seu peso;
* estimular as suas capacidades mentais;
* ajudar a manter a sua boa disposição;
* manter a visão, a pele, os cabelos e as unhas saudáveis;
* contribuir para reduzir o risco de doenças, nomeadamente a nível do sistema cardiovascular;
* contribuir para prolongar a sua felicidade por mais anos!

Seja a curto ou a longo prazo, todas as escolhas que faz ao longo do dia, sobre o que come, como prepara esses alimentos ou a quantidade que ingere, vão ser determinantes para o seu bem-estar.

E a realidade é que todos queremos sentir-nos bem!

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royal.clube@hotmail.com

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